terça-feira, 25 de novembro de 2008

ESTRUTURA SOCIAL DA IDADE MODERNA
Política-O processo de centralização política, que levou á formação dos Estados modernos, não ocorreu de forma brusca ou sem resistência da parte dos grupos que não queriam perder seu poder local.
Economia-Como o tráfego comercial-maritima pelo mar Mediterrâneo era controlado pelos italianos, restava dos portugueses uma alternativa para chegar ao mercado oriental.
Sociedade-Apesar da brutal dizimação provocada pela conquista e colonização européia da América os povos indígenas continuam lutando, ate nossos dias, pelo respeito á sua terra, cultura e liberdade.
Cultura-O movimento cultural que marcou essa transformação da mentalidade européia foi chamado de Renascimento ou Renascença.
O Renascimento foi um movimento cultural urbano que atingiu a elite das cidades prosperas.


ESTRUTURA SOCIAL DA IDADE MEDIA

Política: São germanos os bárbaros que mais influenciaram na nascente Europa feudal. Afinal, os germanos foram os povos que derrotaram o império romano do Ocidente e fracionaram os velhos domínios romanos em vários reinos, na alta idade media.
Economia:A fase do Constantinopla se dedicava cada vez mais no meio da economia,as cidades do Oriente romano estavam economicamente saudáveis e não tiveram dificuldades em arregimentar soldados mercenários para enfrentar e vencer as tribos bárbaras.
Sociedade:Havia no império bizantino grande números de estados, que eram principalmente os prisioneiros da guerra .A população pobre recebia alimentos gratuitamente e se divertia, por exemplo;assistindo as corridas de cavalos no hipódromo que eram promovidos com objetivo de controlar os descontentes.
Cultura:A variedade de povos que viviam no império influenciou a elementos como o idioma de inspiração dos persas.

Religiao afro brasileira

UMBANDA



Umbanda é uma religião formada dentro da cultura religiosa brasileira que sincretiza elementos vários, inclusive de outras religiões como a Católica, Espírita e das Religiões afro-brasileiras.
Os conceitos aqui relatados podem diferir em alguns tópicos por se tratar de uma visão generalista e enciclopédica. Por se tratar de um conjunto religioso com várias ramificações, as informações aqui expostas buscam informar aos leitores da forma mais abrangente possível e sem discriminação ou preconceitos, pois todas as "Umbandas" têm suas razões de existir e de serem cultuadas.










História e sincretismo
As raízes da Umbanda são difusas. Existem diversas ramificações onde podemos encontrar influências indígenas (Umbanda de Caboclo), Africanas (Umbanda Omolokô, Umbandomblé, Umbanda traçada) e diversas outras de cunho esotérico (Umbanda Esotérica, Umbanda Iniciática). Existe também a "Umbanda popular", onde encontraremos um pouco de cada coisa ou um cadinho de cada ancestralidade, onde o sincretismo (associação de Santos Católicos aos Orixás Africanos) é muito comum.
Não existe uma fonte única que reflita a origem da Umbanda. Cada vertente tem as suas origens e história. Mais recentemente, na década de 1970, aceitou-se que Zélio Fernandino de Moraes teria sido o anunciador da Umbanda atraves do Caboclo das Sete Encruzilhadas (1908) em determinados moldes, fazendo com que ela pudesse ser institucionalizada como religião. Porém, o trabalho dos guias (pretos velhos, caboclos, crianças, exus, etc.) é bem anterior a Zélio.
Mantém-se na Umbanda o sincretismo religioso com o catolicismo e os seus santos, assim como no antigo Candomblé dos escravos, por uma questão de tradição, pois antigamente fazia-se necessário como uma forma de tornar aceito o culto afro-brasileiro sem que fosse visto como algo estranho e desconhecido, e, portanto, perseguido e combatido.
Alguns exemplos:
· Ogum - São Jorge;
· Oxóssi - São Sebastião;
· Xangô - São Jerônimo;Sã João Batista
· Iemanjá - Nª Sª dos Navegantes;
· Oxum - Nossa Senhora da Conceição;
· Iansã - Santa Bárbara;
· Omolu - São Lázaro.




Os fundamentos
Os fundamentos da Umbanda variam conforme a vertente que a pratique.
Existem alguns conceitos básicos que são encontrados na maioria das casas e assim podem, com certa ressalva e cuidado, ser generalizados para todas as formas de Umbanda. São eles:
A existência de uma fonte criadora universal, um Deus supremo, chamado Olorum ou Zambi;
A obediência aos ensinamentos básicos dos valores humanos, como: fraternidade, caridade e respeito ao próximo. Sendo a caridade uma máxima encontrada em todas as manifestações existentes;
O culto aos Orixás como manifestações divinas, em que cada Orixá controla e se confunde com um elemento da natureza do planeta ou da própria personalidade humana, em suas necessidades e construções de vida e sobrevivência;
A manifestação dos Guias para exercer o trabalho espiritual incorporado em seus médiuns ou "cavalos";
O mediunismo como forma de contato entre o mundo físico e o espiritual, manifesta de diferentes formas;
Uma doutrina, uma regra, uma conduta moral e espiritual que é seguida em cada casa de forma variada e diferenciada, mas que existe para nortear os trabalhos de cada terreiro;
A crença na imortalidade da alma;
A Crença na reencarnação e nas leis cármicas;








Os Orixás
Na Umbanda os Orixás são energias, forças da natureza que estão presentes em todos os lugares, influenciando as pessoas e irradiando energias que mantém o equilíbrio natural dos elementos em relação ao universo.
Cada pessoa está ligada a um desses Orixás e suas características são encontradas em seus filhos, seja na forma física ou, mais evidente, nas características psicológicas e comportamentais a qual a pessoa está relacionada.
Os elementos nos quais se manifestam os Orixás cultuados na Umbanda são:
Oxalá Onipresente, Ogum estradas e campinas, Oxóssi nas matas, Xangô pedreiras, Oxum cachoeiras, Iansã ventos e tempestades, Iemanjá no mar, Obaluaê na terra, Nanã nas águas paradas e da lama dos fundos dos rios e lagos, além da água das chuvas.
Um Deus único e superior
Deus, em sua benevolência e em sua força emana de si e através dos Orixás e dos Guias (espíritos desencarnados) seu Amor, auxiliando os homens em sua caminhada para a elevação espiritual e intelectual.













Sincretismo
Indígena, Africana, Católica, Espírita, outras.
A Umbanda é uma junção de elementos Africanos (Orixás e culto aos antepassados), Indígenas (culto aos antepassados e elementos da natureza), Catolicismo (o europeu, que trouxe o cristianismo e seus santos que foram sincretizados pelos Negros Africanos), Espiritismo(fundamentos espíritas, reencarnação, lei do carma, progresso espiritual etc).
A Umbanda prega a existência pacífica e o respeito ao ser humano, à natureza e a Deus. Respeitando todas as manifestações de fé, independentes da religião. Em decorrência de suas raízes, a Umbanda tem um caráter eminentemente pluralista, compreende a diversidade e valoriza a diferenças. Não há dogmas ou liturgia universalmente adotadas entre os praticantes, o que permite uma ampla liberdade de manifestação da crença e diversas formas válidas de culto.
A máxima dentro da Umbanda é "Dê de graça, o que de graça recebestes: com amor, humildade, caridade e fé".




O culto umbandista
A Umbanda tem como lugar de culto o templo, terreiro ou Centro, que é o local onde os Umbandistas se encontram para realização do culto aos Orixás e dos seus guias, que na Umbanda se denominam giras.
Vale lembrar que o termo pai-de-santo ou mãe-de-santo não deve ser aplicado na religião de Umbanda, pois estes termos são oriundos do Candomblé, que é uma religião diferente da Umbanda.Normalmente há os médiuns de incorporação, que irão "emprestar" seus corpos para os guias e para os Orixás.
Embora caiba ao sacerdote ou à sacerdotisa responsável o comando vibratório do rito, grande importância é dada à cooperação, ao trabalho coletivo de toda a corrente mediúnica.
Segundo a Umbanda, as entidades que são incorporadas pelos médiuns podem ser divididas entre:
Guias e protetores:
Linhas de direita (guias iluminados): Pretos-VelhosPretas-Velhas, Caboclos, Boiadeiros, Mineiros, Crianças(Cosme e Damião), Marinheiros na linha do mar, Ciganos, Baianos Orientais; e as
Povo de rua (espíritos guardiões): ExusPomba-giras e Malandros.







As sessões
O chefe de culto, purifica uma iniciada(samba), a fim de que esta receba uma ‘entidade’.Uma purificada, com o crânio sendo untado com sangue de galo morto á meia-noite.
O descarrego é feito com o auxílio de um médium, o qual irá captar a energia negativa da pessoa e a transferir para os assentamentos ou fundamentos do terreiro que contém elementos dissipadores dessas energias. Também a entidade faz com que essa energia seja deslocada para o astral. Caso seja um obsessor, o espírito obsediador é retirado e encaminhado para tratamento ou para um lugar mais adequado no astral inferior caso ele não aceite a luz que lhe é dada. Nesses casos pode ser necessária a presença de um ou mais Exus (um gênero de espírito desencarnado) para auxiliar a desobsessão.
Os dias de Consulta e/ou Desenvolvimento podem variar de casa para casa, de Linha Doutrinária para Linha Doutrinária. Nos dias de consulta há o atendimento da assistência e nos dias de desenvolvimento há as giras médiunicas, que são fechadas à assistência, onde os sacerdotes educam e ensinam os mecanismos próprios da mediunidade.





















Polêmicas dentro das "Umbandas"

Sacrifício ritual de animais
Existem várias ramificações dentro da Religião de Umbanda entretanto na umbanda não se usa o sacrifício de animais em hipótese alguma. Esta prática está ligada a algumas linhas que ainda cultuam junto com a umbanda alguns rituais de religiões afro-brasileiras. Apesar da umbanda ser tão ramificada, denominamos traçada a umbanda que ainda carrega em seus cultos o sacrifício de animais. Em suma, qualquer ritual onde se pratica a imolação animal não deve utilizar o nome "Umbanda".
Uso de bebidas alcoólicas
Também encontramos terreiros dos seguintes tipos:
· Os que as entidades incorporadas não usam bebidas (muitas vezes por questão do próprio médium não estar preparado para este tipo de trabalho com bebida) criando uma espécie de tabu;
· Os que elas bebem durante os trabalhos (tanto os que fazem o uso correto deste elemento, como os que abusam disso sem necessidade);
· Os que usam bebida em situações mais veladas (existindo um certo rigor quanto a sua utilização, buscando coibir abusos de médiuns ainda em preparação).
Toda essa controvérsia é gerada pelo uso que as pessoas fazem das bebidas alcoólicas na vida diária, muitas vezes caindo no vício do alcoolismo, trazendo consequências graves para sua vida material e espiritual.



Paramentos
Na Umbanda, os médiuns usam normalmente como paramentos apenas roupas brancas, podendo estar os pés descalços, representando a simplicidade e a humildade. Mas há Umbandas que também utilizam roupas com as cores de cada linha. Por exemplo, em giras de Ogum se utiliza camisas ou batas vermelhas e calças e saias brancas. Nas giras de esquerda as roupas são pretas, sendo que as filhas de santo podem se vestir de vermelho e preto.
Pode ocorrer, por exemplo, que uma entidade de Preta-velha solicite uma saia ou um lenço para amarrar os cabelos; isso visa a proporcionar que o médium se pareça mais com a entidade que está incorporando. Também há os apetrechos dos guias. Por exemplo, os Caboclos costumam utilizar cocares, alguns utilizam machadinhas de pedra, chocalhos etc.
Uma outra visão sobre os paramentos e apetrechos materiais utilizados pelos médiuns é de que são usados pelos espíritos como condensadores de energia: um modo de concentrar a energia e depois enviá-la, se positiva, ou dissipá-la no elemento apropriado, quando negativa.
Atividade:
Demonstrar como era e como ficou a estrutura social européia durante a Idade Média e a Idade Moderna.
Política:
  • Idade Média: Início de sua desintegração. Este período marcado por amplas transformações nos aspectos políticos, econômicos, sociais e culturais na vida européia.
  • Idade Moderna: A autonomia dos feudos cedeu lugar à centralização do poder nas mãos de um monarca, o que firmou a noção de que todos os habitantes de um determinado território incluindo nobres, burgueses, camponeses e clero deviam obediência ao rei.

Economia:

  • Idade Média: Embora a vida econômica da Idade Média se baseasse principalmente na produção agrícola de subsistência, não faltaram, nesse período, habilidade técnica, economia de mercado e produção de excedentes. Isso quer dizer que o sistema feudal não se mostrou incompatível com o comércio e a indústria.
  • Idade Moderna: Para a burguesia, um estado um Estado Nacional centralizado e forte era indispensável para o estímulo da economia mercantil, enquanto os nobres acreditavam que a nova ordem política significaria um aparelho mais forte de dominação contra as rebeliões camponesas e outras manifestações populares.

Sociedade:

  • Idade Média: Permanecia dividida em três categorias. Na primeira situava-se o clero. Seguia-se os encarregados da proteção dos feudos: a nobreza leiga. Encontravam-se na terceira categoria os servos, os vilões e os comerciantes.
  • Idade Moderna: Para a sociedade européia ocidental de fins da Idade Média, a unidade nacional parecia ser a palavra de ordem. Exército nacional, moeda única, território demarcado, língua e cultura, administração única, enfim, um caldeirão de sentimentos nacionais borbulhava na Europa Ocidental, anunciando a grave crise do sistema feudal que se tornaria irreversível do século XV.

Cultura:

  • Idade Média: Os mosteiros haviam preservado parte da herança cultural da antiguidade clássica e serviam de centros de ensino para leigos. Na Baixa Idade Média, porém, a ligação entre a igreja e a cultura passou a ser afirmada não apenas nos mosteiros, mas também no novo tipo de instituição de ensino: a Universidade.
  • Idade Moderna: É interessante observar, pela ótica do simbolismo, do imaginário, dos sentimentos e dos mitos, o significado das práticas e representações políticas do antigo regime, principalmente na França, desde os primórdios da centralização do poder político até o seu esplendor no século XVII.

Trabalho realizado pelos alunos:
Hortência Soares (09)
Ian Brunelli (10)
Sob a orientação do Professor Adriano,
Na disciplina de História.