Quem foi Saddam Hussein? Saddam foi um dos homens que participaram da tentativa de assassinato do general Abdul Karim Kassen, que havia derrubado a monarquia em 1958. O líder iraquiano passou um breve período no Egito, durante o qual seu partido participou de um golpe militar em Bagdá. Voltou ao Iraque a tempo de ser preso quando o Baath foi derrubado em 1964.
Características do governo de Saddam Hussein. Em 1979, Saddam é eleito presidente pelos líderes do Baath. No mesmo ano em que assumiu o poder, Saddam "purificou" seu governo. Em uma reunião de gabinete, ele apontou, entre os presentes, traidores que se opunham o seu governo. Eles foram conduzidos para serem torturados e depois executados. Outros membros do governo foram forçados a se juntar aos esquadrões de fuzilamento. Udai e Qusai, filhos de Saddam, foram chamados para assistir à vingança de seu pai.
Xiitas e Sunitas no Iraque. Bagdá, 28 fev. (EFE). - Após a invasão do Iraque e a queda do regime de Saddam Hussein, as relações entre xiitas e sunitas se caracterizaram pelas permanentes tensões entre as comunidades. A majoritária comunidade xiita, determinada a afirmar seu peso político após anos de opressão sob o regime sunita de Saddam, conseguiu integrar as principais instituições do país e se mostra flexível em relação à presença das tropas estrangeiras no país, argumentando que uma saída precipitada pode causar o caos no Iraque. Receosa do poder xiita, a comunidade sunita acusa as Forças de Segurança iraquianas de atos de repressão contra seus correligionários e exige uma data para a retirada das forças estrangeiras. Relações políticas econômicas do Iraque com os E.U. A nos últimos 20 anos. Em dezembro de 1989, a National Academy of Engineering (NAE) organizou em Washington um seminário sobre o tema “National Interests in an Age of Global Technology”, que em seguida se transformou num pequeno livro sob o mesmo título (NAE, 1990). Além de examinar a inserção internacional de oito ramos da indústria americana1, o comitê de técnicos e empresários reunido pela National Academy formulou diversas recomendações sobre os princípios que deveriam orientar a política industrial dos Estados Unidos nos anos 90. Dois tópicos recorrentes ao longo do livro são os custos e benefícios do processo de globalização e o relacionamento do setor privado com o governo. A citação a seguir é bem representativa do primeiro tópico.
Causas e conseqüências da guerra para os dois países
As conseqüências da guerra civil do Iraque podem ser analisadas a dois níveis: para o próprio Iraque e para toda a região.
As divisões que existem hoje no Iraque como resultado da política dos EUA durante as duas últimas décadas não se limitam às divisões entre xiitas e sunitas. Há uma grande fenda entre os curdos e os árabes.
O historiador e analista Gareth Porter escreveu: “A verdadeira ameaça de guerra civil no Iraque não vem do conflito sunitas-xiitas, mas das tensões curdo-árabes que foram remexidas pela estratégia norte-americana de ‘iraquização’. Durante o último ano, o exército dos EUA tem tentado fazer com que sunitas e xiitas combatam os insurgentes ao lado das tropas dos EUA. Mas as únicas tropas iraquianas dispostas a participar na guerra em grande número têm sido as curdas... Confiar nos curdos como auxiliares da ocupação norte-americana é uma estratégia perigosa.” (Foreign Policy in Focus, 20 de Janeiro de 2005)
Atuação da ONU e da comunidade internacionais do conflito
O governo israelense quer que a força ampliada da ONU no Líbano ajude a monitorar a fronteira libanesa a fim de evitar que a Síria e o Irã abasteçam o grupo terrorista Hizbollah com armamento, afirmou nesta quarta-feira a ministra de Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni. Depois de se reunir por mais de uma hora com o secretário-geral das Nações Unidas em Nova York, a chanceler israelense deixou claro que a implementação da resolução 1.701, que levou ao fim dos combates desde a segunda-feira, é um teste para a comunidade internacional e para o governo libanês.
Atual situação política, econômica, social e cultural do Iraque.
O Iraque é um país invadido e dominado pelos Exércitos dos EUA e seus aliados. O país, além da luta contra os invasores está praticamente em guerra civil, entre duas facções étinicas religiosas, os xiitas e o sunitas. Também tem problemas com outra etinia no norte do país que são os curdos, que lutam pela sua independência, mas são uma minoria sem muito peso. Os xiitas são maiorias da população e dominam basicamente o sul do país enquanto os sunitas dominam a região central, inclusive a capital Bagdá. Durante a invasão americana, a infra-estrutura (rodovias, usinas elétricas, refinarias, abastecimento de água, etc.) foi destruída, além dos danos causados às cidades. Socialmente o povo iraquiano deve estar vivendo momentos muito difíceis, muito das pessoas com melhores condições econômicas, fugiram para outros paises, deixando para trás apenas aqueles que não puderam sair.
(Emerson Barros de Campos e Marcelly)
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário